Homem morre eletrocutado e empresa de aluguel entra na mira da PC em Goiânia
Caso era tratado como acidente, mas laudo mudou rumo da investigação para homicídio culposo
O que era para ser a inauguração de uma piscina com os netos terminou em tragédia em Goiânia. Um homem de 43 anos morreu após sofrer uma descarga elétrica enquanto limpava o local com uma enceradeira alugada. Agora, a empresa responsável pelo equipamento entrou na mira da Polícia Civil.
A morte aconteceu no dia 1º de novembro de 2025, dentro da casa da vítima. Ele fazia os últimos ajustes na piscina quando recebeu o choque. Câmeras de segurança registraram o momento exato do acidente. A princípio, a corporação tratou o caso como morte acidental. No entanto, a perícia encontrou falhas graves na enceradeira, como fios expostos e ausência do sistema de aterramento. O laudo apontou que a retirada do mecanismo foi proposital.
De acordo com a corporação, se a empresa tivesse disponibilizado o equipamento regular, o sistema teria interrompido o choque. Com isso, os policiais passaram a investigar o estabelecimento por homicídio culposo. Um inquérito acabou sendo aberto para apurar a responsabilidade dos responsáveis pela locadora.
(A estudante de jornalismo Letícia Marques é orientada pelo jornalista Thyago Humberto, editor do Portal Cerrado Notícias)






