Homem é espancado com taco de beisebol, amarrado e morto após discussão por droga em reciclagem de Goiânia
Vítima foi encontrada amarrada, com corda no pescoço e sinais de espancamento dentro de estabelecimento no Jardim América
Um homem em situação de rua morreu após o espancarem e enforcarem brutalmente dentro de um estabelecimento de reciclagem no Jardim América, em Goiânia, nesta quinta-feira (12). Os suspeitos teriam acusado a vítima de consumir porções de crack e não pagar, o que teria provocado uma discussão que terminou em violência.
De acordo com a Polícia Militar, equipes do 6º Batalhão atenderam a ocorrência após informações de que um homem estava sendo agredido dentro de um local usado para reciclagem. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram o portão fechado, mas ouviram barulhos vindos do interior do imóvel. Diante da suspeita de agressão em andamento, os militares entraram no local.
Os agentes encontraram a vítima caída atrás de um contêiner. O homem estava com as mãos e pernas amarradas, uma corda no pescoço e um pano amordaçando a boca. Conforme informações da PM, ele ainda apresentava sinais vitais quando o localizaram. Dessa forma, eles acionaram o socorro médico imediatamente, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Testemunhas relataram que os suspeitos teruam espancado o homem com um bastão de metal, semelhante a um taco de beisebol. A agressão teria ocorrido pois acusaram a vítima de fraude em um pagamento via Pix e de furtos recentes na região. Segundo os relatos, os agressores o arrastaram para dentro do estabelecimento, o amarraram e, posteriormente, o enforcaram com um lençol.
Após o crime, a Polícia Militar realizou diligências próximo à reciclagem e conseguiu identificar e prender três suspeitos de participação no homicídio. Com eles, os policiais localizaram os objetos que eles teriam utilizado nas agressões. Os detidos acabaram sendo encaminhados à delegacia para a lavratura do auto de prisão em flagrante.
Ainda de acordo com a corporação, os três presos já possuem antecedentes por crimes como tráfico de drogas, roubo, furto, lesão corporal e violência doméstica. Os agentes isolaram a área para os trabalhos da perícia. Agora, a Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) deve investigar o caso e apurar as circunstâncias do crime.
(A estudante de jornalismo Letícia Marques é orientada pelo jornalista Thyago Humberto, editor do Portal Cerrado Notícias)






