
Encerra neste sábado (4) o prazo para que ocupantes de cargos públicos se afastem das funções caso queiram disputar as eleições de 2026. A exigência, conhecida como desincompatibilização, está prevista na legislação eleitoral.
Objetivo da medida
A regra determina o afastamento até seis meses antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Dessa forma, a legislação busca evitar o uso da estrutura pública em benefício de candidaturas.
No entanto, candidatos à reeleição podem permanecer nos cargos.
Quem precisa sair
A obrigatoriedade vale para chefes do Executivo, como presidente, governadores e prefeitos, além de ministros e secretários. Neste ano, o prazo coincide com o Sábado de Aleluia e segue sem alterações.
Entre os governadores, ao menos nove já indicaram que deixarão os cargos. Em Goiás, o governador Ronaldo Caiado aparece como possível pré-candidato à Presidência.
Impactos no cenário político
Além disso, o calendário eleitoral também marcou o fim da janela partidária na sexta-feira (3). Nesse período, parlamentares puderam trocar de partido sem perder o mandato.
Como resultado, o PL ampliou sua bancada. Por outro lado, o União Brasil registrou mais saídas do que entradas. Já o PSDB teve saldo positivo.






