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Polícia Civil mira grupo “Piratas de Shopping” suspeito de furtar R$ 500 mil em joias em Goiânia

Investigação aponta que criminosos esconderam comparsa dentro de joalheria durante o Carnaval para executar furto milionário

A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (12), uma operação contra integrantes de uma associação criminosa especializada em furtos dentro de shoppings centers em Goiás. Conhecido como “Piratas de Shopping”, o grupo furtou cerca de R$ 500 mil em joias de uma joalheria localizada em um shopping de Goiânia durante o feriado de Carnaval.

A Operação Aurum acontece em Santo Antônio do Descoberto e em cidades do Entorno do Distrito Federal. Ao todo, a Justiça expediu seis mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão temporária contra os investigados.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) por meio dos grupos GARRA e GAB, revelaram um esquema considerado sofisticado pela corporação. Segundo a polícia, os criminosos aproveitavam períodos próximos a feriados prolongados para agir e explorar possíveis falhas na vigilância dos estabelecimentos.

Criminoso ficou escondido dentro da joalheria

De acordo com a Polícia Civil, o grupo planejou o furto milionário durante o Carnaval deste ano. A estratégia consistia em esconder um dos integrantes dentro da joalheria antes do fechamento do shopping.

Após o encerramento do expediente, o suspeito permaneceu escondido no interior da loja e aproveitou o isolamento durante a madrugada para furtar grande quantidade de joias, incluindo peças de ouro e pedras preciosas. Em seguida, ele deixou o local sem levantar suspeitas, e os sistemas de segurança não o identificaram.

O prejuízo estimado da joalheria chega a R$ 500 mil, conforme o balanço preliminar das investigações.

Polícia tenta recuperar joias furtadas

A Polícia Civil agora concentra esforços na recuperação do patrimônio furtado e na identificação de possíveis receptadores responsáveis pela revenda das joias no mercado paralelo.

Segundo a corporação, o grupo demonstrava alto grau de especialização e utilizava métodos incomuns para cometer os crimes, evitando arrombamentos tradicionais e escolhendo datas festivas para dificultar a ação da segurança privada.

Os investigados podem responder pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa.

(A estudante de jornalismo Mabily Sangy é orientada pelo jornalista Thyago Humberto, editor do Portal Cerrado Notícias)

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