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Estudo divulgado em 2026 mostra que Goiás alcançou maior IDHM da história

Radar IDHM 2026 aponta índice de 0,815 para o estado, acima da média nacional e com destaque para educação e longevidade

Goiás alcançou em 2024 o maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) já registrado em sua história. Segundo dados do Radar IDHM 2026, o estado atingiu 0,815, acima da média nacional, de 0,805, e passou a integrar o grupo das unidades da federação classificadas com alto desenvolvimento humano.

Além disso, o desempenho colocou Goiás na sétima posição do ranking nacional e na segunda colocação da região Centro-Oeste, atrás apenas do Distrito Federal. O levantamento é elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), pela Fundação João Pinheiro (FJP) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Maior resultado da história

Em 2012, o IDHM goiano era de 0,744. Doze anos depois, o índice chegou a 0,815, o maior já registrado no estado. Com isso, o resultado também supera os níveis observados antes da pandemia de Covid-19.

Além disso, o IDHM considera indicadores de educação, renda e longevidade para medir as condições de vida da população.

Educação de destaque em nível nacional

Entre os destaques do levantamento está a educação. Goiás registrou 0,821 nesse indicador, o quarto melhor resultado do país e acima da média nacional, que ficou em 0,798. Nesse caso, a análise leva em conta fatores como a escolaridade da população adulta e a frequência escolar de crianças, adolescentes e jovens.

Já em relação à evolução histórica, os dados mostram avanço do estado nessa área. Em 2012, o índice de educação era de 0,693. Em 2024, por sua vez, o indicador alcançou o maior nível da série analisada pelo estudo.

Baixa diferença em longevidade entre grupos raciais

Além da educação, o levantamento apontou resultados positivos no recorte de longevidade por raça e cor. Nesse cenário, Goiás registrou uma das menores diferenças do país nesse indicador, ficando atrás apenas do Distrito Federal.

Em 2024, o índice de longevidade foi de 0,884 para a população branca e de 0,862 para a população negra. Dessa forma, a diferença de 0,022 está entre as menores registradas nacionalmente e mantém ambos os grupos na faixa de muito alto desenvolvimento humano.

Por fim, os dados reforçam o desempenho do estado nos indicadores utilizados para medir desenvolvimento humano, que envolvem educação, renda e expectativa de vida.

(O jornalista Thyago Humberto, editor do Portal Cerrado Notícias, orienta o estudante de jornalismo Gabriel Maia)

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