Cidades

Homem é mordido por macaco-prego durante caminhada em Catalão e precisa tomar vacina antirrábica

Ataque aconteceu perto da represa do Clube do Povo enquanto a esposa da vítima filmava um grupo de macacos

Um homem de 37 anos foi mordido por um macaco-prego em Catalão, no sudeste de Goiás, durante uma caminhada com a esposa. O caso aconteceu na tarde de domingo (9), próximo à represa do Clube do Povo. A mulher registrava os animais com o celular quando um dos macacos se aproximou rapidamente. A vítima acabou ferida no pé e precisou buscar atendimento médico.

O casal seguia pelo calçadão da região quando percebeu a presença de vários macacos-prego perto da margem da represa. Diante da movimentação, a mulher começou a gravar os animais. Durante o registro, o grupo apresentou sinais de agitação. Em seguida, um dos macacos pulou sobre o pé do homem e o mordeu.

No momento do ataque, porém, a vítima não percebeu a gravidade da situação porque estava usando sapato. O incômodo apareceu algum tempo depois, quando o casal já havia retornado para casa. Ao sentir dores no pé, o homem retirou o calçado e encontrou o ferimento provocado pela mordida.

Diante da lesão, ele procurou uma Unidade de Pronto Atendimento de Catalão para receber avaliação médica. Na unidade, profissionais iniciaram o protocolo preventivo e aplicaram a dose inicial da vacina antirrábica. A vítima ainda deverá retornar ao serviço de saúde para receber as demais doses indicadas.

Aproximação de macacos exige cuidado em áreas frequentadas por visitantes

O episódio envolvendo o macaco-prego no Clube do Povo chama atenção para os cuidados necessários ao encontrar animais silvestres em espaços públicos. Mesmo acostumados à movimentação de pessoas, esses animais podem apresentar comportamentos imprevisíveis. A proximidade excessiva pode causar estresse e desencadear respostas defensivas.

A presença humana muito próxima também pode alterar o comportamento natural dos macacos. Movimentos repentinos, tentativas de interação e aproximações durante registros com celulares podem deixar os animais agitados. Por isso, manter distância reduz o risco de mordidas, arranhões e outros acidentes.

No caso registrado em Catalão, o ferimento somente foi identificado depois que o homem chegou em casa e começou a sentir dor. A procura por atendimento permitiu o início da vacinação preventiva após a mordida. O acompanhamento deverá continuar conforme o esquema indicado pelos profissionais de saúde.

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(O jornalista Thyago Humberto, editor do Portal Cerrado Notícias, orienta o estudante de jornalismo Vinicius Lima.)

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