Aparecida instala 248 novas ovitrampas para monitorar mosquito da dengue
Nova etapa amplia de 105 para 353 armadilhas e reforça o monitoramento do Aedes aegypti em diferentes bairros de Aparecida de Goiânia
A prefeitura de Aparecida de Goiânia inicia na próxima segunda-feira (17) uma nova etapa de expansão do monitoramento do Aedes aegypti, o mosquito da dengue. Em um mutirão da Vigilância em Saúde Ambiental, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) instalará 248 novas ovitrampas em vários bairros. A ação visa ampliar o programa de identificação da presença e da atividade reprodutiva do vetor, que já recolheu mais de 290 mil ovos do mosquito desde setembro de 2025.
A nova etapa amplia a rede de monitoramento de 105 para 353 ovitrampas. As armadilhas ficarão nas cinco áreas de trabalho da Vigilância em Saúde Ambiental. Além disso, agentes de combate às endemias e supervisores participarão da instalação e do acompanhamento dos equipamentos.
Monitoramento será ampliado em vários bairros
A estratégia permite identificar com mais precisão as regiões com maior atividade do Aedes aegypti. Com esses dados, as equipes conseguem direcionar as ações de prevenção e controle para os locais de maior risco. Dessa forma, a Prefeitura também consegue planejar as visitas de campo com mais rapidez e eficiência.
Três equipes cuidarão da instalação das novas armadilhas. Ao todo, a primeira instalará 95 ovitrampas, enquanto a segunda ficará com 74 e a terceira, com 79. Durante a ação, os profissionais passarão por bairros como Independência Mansões, Jardim Alto Paraíso, Garavelo, Cidade Vera Cruz, Veiga Jardim, Mansões Paraíso, Cidade Satélite São Luiz, Jardim Monte Serrat, Vila Maria, Jardim Miramar, Rosa dos Ventos, Parque Trindade, Jardim Olímpico, Vila Brasília e Jardim Rosa do Sul, entre outras regiões.
De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Hérica Leguizamon, a ampliação segue uma determinação do prefeito Leandro Vilela para fortalecer as ações de prevenção. Segundo ela, a expansão permite conhecer melhor a realidade de cada região e direcionar o trabalho das equipes de forma mais estratégica.
Além disso, o monitoramento contínuo ajuda a acompanhar a presença do mosquito e definir onde concentrar as ações de controle. Com implantação simples e baixo custo, as ovitrampas ampliam a vigilância sem exigir grandes investimentos.
Por fim, a Prefeitura reforça a participação dos moradores. A população deve evitar recipientes com água parada, manter quintais e terrenos limpos, limpar calhas e caixas-d’água e permitir a entrada dos agentes. Assim, essas medidas ajudam a reduzir criadouros do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
(A estudante de Jornalismo Bruna Reis assina esta reportagem sob orientação do jornalista Thyago Humberto, editor do Portal Cerrado Notícias.)






