Defesa de mulher acusada de se passar por advogada em Goiás nega denúncias e fala em difamação
Advogado afirma que não há investigação oficial e diz que acusações partem de uma única pessoa, sem provas
A defesa de uma mulher denunciada por supostamente se passar por advogada em Goiás negou as acusações e afirmou que a cliente é vítima de difamação. Em nota, o advogado Osmar Patrick declarou que não há, até o momento, qualquer investigação oficial em andamento contra ela.
O defensor se refere à cliente como Silvana Gabrielly Miranda, nome diferente do utilizado nas denúncias, que apontam Silvana Maria Miranda como autora dos supostos golpes. Segundo relatos registrados na Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO), a mulher também teria utilizado outras identidades, como “Sil Maria” e “Mariah Fonseca”.
A defesa classificou as acusações como infundadas e sem comprovação e afirmou que elas partem de uma única pessoa, sem apresentação de provas ou documentos. O advogado também ressaltou que não recebeu comunicação formal de órgãos como a OAB ou a Polícia Civil sobre qualquer procedimento investigativo. Questionado sobre a formação acadêmica da cliente, ele não confirmou se ela possui graduação em Direito nem inscrição ativa na OAB.
Ainda na nota, a defesa criticou a divulgação do nome Silvana Gabrielly Miranda, alegando que a associação pode prejudicar contratos profissionais em andamento. O advogado informou que avalia medidas judiciais contra quem estaria disseminando as acusações e vinculando a imagem da cliente nas redes sociais.
O caso ganhou repercussão após denúncias que apontam que a mulher teria se infiltrado em grupos de profissionais do Direito para conquistar confiança e se aproximar de possíveis clientes. Também há menções a registros anteriores relacionados a crimes como estelionato e falsidade ideológica.
A OAB-GO informou que acompanha situações de possível exercício irregular da profissão, mas não comentou detalhes específicos sobre o caso.
(A estudante de jornalismo Mabily Sangy é orientada pelo jornalista Thyago Humberto, editor do Portal Cerrado Notícias)






