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Morre policial militar que trocou tiros com policiais civis do DF

O pai de um feminicida que trocou tiros com agentes da Polícia Civil (PCDF) na última quinta-feira (8) não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. Gilmar Vieira de Melo era pai de Wesly Denny da Silva Melo, 29, suspeito de executar a ex-mulher no início de janeiro.

O homem era sargento da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e foi baleado durante operação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A operação era com a finalidade de localizar armas de fogo ilegais vinculadas a Wesly Denny.

Gilmar faleceu neste sábado (10), após ficar dois dias internado. No dia da troca de tiros, ele havia sido baleado na barriga e chegou a ser socorrido e levado ao hospital.

O policial teria usado uma pistola 9 mm no crime. A arma e o carro usado foram apreendidos em 11 de janeiro, no Entorno do DF. O homem tem 11 passagens pela polícia e era considerado foragido pela polícia. Um amigo dele contou que o criminoso guardava em casa um rifle e quatro pistolas.

Os mandados miram casas de familiares do suspeito, que possui registro de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC) e matou a vítima com um tiro no rosto, quatro nas costas e um nas nádegas.

A investigação do feminicídio continua e as operações de procura das armas desdobram o caso. Quando Wesly Denny da Silva Melo era considerado foragido, sua casa foi alvo de buscas. Lá foi encontrada uma arma de fogo sem registro e documentos relacionados a outras armas, inclusive um fuzil.

Tainara Kellen Mesquita da Silva, 26, foi vítima de feminicídio na frente da própria filha, de 5 anos, em 10 de janeiro de 2024. O crime ocorreu no Setor Leste do Gama. O suspeito do assassinato é o ex-marido dela, Wesly Denny. Ele foi preso após uma operação conjunta da Polícia Militar do DF (PMDF) e de Goiás (PMGO) em 11 de janeiro, em Santa Maria.

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