Mulher morre após ter 80% do corpo queimado durante discussão em Rio Verde
Vítima ficou internada por 8 dias após ser atingida por líquido inflamável e transferida para hospital especializado em Goiânia
Uma mulher morreu na última quarta-feira, 3 de junho, após ter 80% do corpo queimado durante uma discussão em Rio Verde. Ela ficou internada por 8 dias em Goiânia, mas não resistiu às complicações provocadas pelas queimaduras.
O crime aconteceu em 26 de maio, na Rua Tulipas, no bairro Jardim Mondale. Segundo as informações apuradas, a suspeita jogou um líquido inflamável sobre a vítima durante a briga. Em seguida, ateou fogo e fugiu do local.
Logo depois, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foram acionadas e prestaram os primeiros socorros. De acordo com os profissionais, as chamas atingiram cerca de 80% do corpo da vítima.
As queimaduras comprometeram rosto, braços, pernas, costas e mãos. Por isso, a equipe médica avaliou o caso como grave desde o primeiro atendimento e iniciou os procedimentos de emergência ainda em Rio Verde.
Vítima foi levada para Goiânia após atendimento inicial
Inicialmente, o Samu encaminhou a mulher ao Hospital Municipal Universitário, em Rio Verde. No entanto, a gravidade das lesões exigiu transferência para uma unidade especializada em Goiânia.
Assim, a vítima foi levada para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira, o Hugol. Na unidade, ela recebeu tratamento por mais de uma semana.
Apesar do atendimento médico, a mulher não resistiu às complicações causadas pelas queimaduras. A morte ocorreu 8 dias depois do ataque, enquanto ela seguia internada no hospital.
Agora, a Polícia Civil investiga as circunstâncias do crime. Os investigadores devem apurar o que motivou a discussão, como ocorreu o ataque e qual foi a participação da suspeita.
Polícia Civil apura responsabilidade da suspeita
A investigação deve reunir depoimentos de testemunhas e analisar os laudos periciais. Além disso, a polícia deve verificar se a suspeita planejou o ataque ou agiu durante o conflito.
Com a morte da vítima, o caso ganhou maior gravidade. Dessa forma, a Polícia Civil poderá reavaliar o enquadramento da ocorrência conforme o avanço do inquérito.
Até o momento, as autoridades não divulgaram novos detalhes sobre a localização da suspeita. Também não há informações atualizadas sobre eventual prisão ou apresentação dela à polícia.
A apuração segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que busca esclarecer todos os pontos do crime registrado em Rio Verde.
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(O jornalista Thyago Humberto, editor do Portal Cerrado Notícias, orienta o estudante de jornalismo Vinicius Lima.)






