Cidades

Polícia prende suspeito de integrar grupo ilegal de caça e vender tatus em Aparecida de Goiânia

A troca de informações entre o Batalhão de Operações Ambientais e policiais do 45º Batalhão da Polícia Militar resultou na prisão de um homem de 32 anos, suspeito de integrar um grupo ilegal de caça e de comercializar tatus em Aparecida de Goiânia. A ação ocorreu na tarde desta quarta-feira (5), no Setor Garavelo.

Durante as diligências, os militares localizaram o suspeito em sua residência, no Residencial Caraíbas. Em seguida, ao realizarem buscas no imóvel, os policiais encontraram uma armadilha artesanal conhecida como “jequi”, bastante utilizada por caçadores para capturar animais silvestres. A apreensão reforçou as suspeitas de envolvimento com a prática ilegal.

Além disso, as autoridades constataram que o homem já possuía histórico de crimes ambientais. Em setembro do ano passado, ele acabou sendo preso durante uma abordagem na BR-060, no município de Guapó, transportando cinco tatus-galinha ainda vivos dentro de sacos. Na ocasião, os policiais também apreenderam nove armadilhas e três cães, e tinha levados em condições de maus-tratos.

Conforme informações levantadas pelo setor de inteligência da polícia, o suspeito faz parte de um grupo ilegal de caça que atua principalmente na região de Indiara. Mesmo após multa aplicada e processo criminal em andamento, ele teria continuado com as mesmas práticas criminosas.

Após a nova detenção, os policiais encaminharam o homem à Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia. No local, a autoridade policial lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), e o suspeito acabou liberado para responder ao processo em liberdade.

Crime

Por fim, a Polícia Militar reforçou que a caça, o transporte, a comercialização e o consumo de tatu configuram crimes ambientais no Brasil. Além das penalidades previstas em lei, o consumo da carne representa riscos à saúde, podendo transmitir doenças graves, como a hanseníase.

(A estudante de jornalismo Renata Ferraz é orientada pelo jornalista Thyago Humberto, editor do Portal Cerrado Noticias)

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