Segurança é preso suspeito de roubar garotas de programa em Aparecida de Goiânia
Polícia estima que dez mulheres tenham sido vítimas de roubos e agressões na Vila Nossa Senhora de Lourdes
A Polícia Civil prendeu um segurança de 27 anos suspeito de roubar garotas de programa em Aparecida de Goiânia. Segundo a investigação, Leonardo Mateus do Nascimento se apresentava como cliente para atrair as vítimas. Depois, anunciava o assalto e levava os pertences das mulheres.
De acordo com a polícia, o investigado concentrava as abordagens na Vila Nossa Senhora de Lourdes. Primeiro, ele conversava com as mulheres e tentava convencê-las a entrar no veículo. Em seguida, iniciava o roubo e, em alguns casos, também agredia as vítimas.
Até o momento, a Polícia Civil estima que dez mulheres tenham sido vítimas do mesmo tipo de abordagem. Entretanto, os investigadores acreditam que outras pessoas possam reconhecer o suspeito e procurar as autoridades para registrar novos relatos.
Além disso, a investigação apontou que Leonardo saía de Anápolis e seguia até Aparecida de Goiânia para praticar os crimes. Por isso, a corporação divulgou a imagem dele com o objetivo de identificar outras possíveis vítimas e ampliar as apurações.
Suspeito já havia sido preso em 2025
Leonardo já havia sido preso em dezembro de 2025 pelo mesmo tipo de crime. Naquela ocasião, os policiais também apreenderam um Hyundai Creta que, conforme a investigação, era usado durante os roubos.
Agora, a Polícia Civil tenta esclarecer quantos crimes o segurança teria cometido e se todas as vítimas já foram identificadas. Para isso, os investigadores reúnem depoimentos e analisam informações relacionadas ao modo de atuação atribuído ao suspeito.
A divulgação da imagem do investigado também busca facilitar o reconhecimento por outras mulheres. Dessa forma, a polícia pretende encontrar possíveis vítimas que ainda não tenham registrado ocorrência ou procurado uma delegacia.
A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Leonardo Mateus do Nascimento para comentar as acusações. A Polícia Civil continua responsável pela investigação do caso.
(O jornalista Thyago Humberto, editor do Portal Cerrado Notícias, orienta o estudante de jornalismo Vinicius Lima.)






