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ECA Digital: nova lei amplia proteção de crianças e adolescentes na internet

A Lei nº 15.211/2025, chamada de “Lei Felca”, entrou em vigor nesta terça-feira (17) e atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital. Assim, a norma cria regras mais rígidas para plataformas, famílias e poder público.

A mudança ganhou força após denúncias do influenciador Felipe Bressanim Pereira (Felca). Com isso, o debate avançou e o Congresso aprovou a lei.

O que muda na prática

A nova regra proíbe monetizar conteúdos que exponham menores. Além disso, plataformas devem remover conteúdos ilegais em até 24 horas.

Também passa a valer verificação de idade mais segura. Ou seja, a autodeclaração deixa de ser aceita. Além disso, menores de 16 anos só podem ter contas com autorização dos responsáveis.

Jogos, publicidade e redes

A lei proíbe “loot boxes” para menores. Além disso, exige transparência nas microtransações.

A norma também proíbe publicidade direcionada. Por outro lado, plataformas devem adaptar recursos que causam dependência, como rolagem infinita.

Fiscalização e punições

Empresas devem informar conteúdos ilegais à Polícia Federal do Brasil. Além disso, plataformas devem enviar relatórios à Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Quem descumprir as regras pode sofrer multas. Em casos mais graves, pode haver suspensão no país.

Responsabilidade compartilhada

A lei divide responsabilidades entre empresas, Estado e famílias. Além disso, pais podem responder por exposição indevida dos filhos.

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