Com nome na lista suja do trabalho escravo, Amado Batista acumula patrimônio bilionário

O cantor Amado Batista voltou ao centro das atenções após ter o nome associado à chamada “lista suja” do trabalho escravo. Além da polêmica, chama atenção o tamanho de sua fortuna, estimada em cerca de R$ 1 bilhão, construída principalmente fora da música.
Agronegócio impulsiona fortuna
Embora tenha se consolidado como um dos maiores nomes do sertanejo, Amado expandiu seus negócios no campo. Atualmente, ele investe no cultivo de soja, milho e café, além da criação de gado de corte.
Com isso, o faturamento anual com a venda de gado pode chegar a R$ 120 milhões. Dessa forma, o agronegócio passou a representar a principal fonte de renda do artista.
Fazendas entram na polêmica
As propriedades do cantor, conhecidas como Fazendas AB, somam cerca de 35 mil hectares. Entre elas estão áreas no Mato Grosso e em Goiás, incluindo imóveis que apareceram na lista suja do trabalho escravo.
Segundo a defesa, no entanto, eventuais irregularidades já foram resolvidas. Além disso, a equipe jurídica afirma que as áreas são arrendadas, embora a exploração seja feita pelo próprio cantor.
Estrutura e produção milionária
Nas fazendas, o artista mantém cerca de 25 mil cabeças de gado apenas em propriedades localizadas em Cocalinhos. Além disso, as áreas contam com estrutura moderna, incluindo maquinário agrícola, pistas de pouso e espaços de lazer.
Negócios e investimentos
Ao longo dos anos, Amado também diversificou seus investimentos. Ele possui empresas no setor artístico, emissoras de rádio no Centro-Oeste e imóveis em diferentes estados.
Em São Paulo, por exemplo, mantém uma mansão avaliada em cerca de R$ 10 milhões, além de outra residência em Goiânia.
Patrimônio e repercussão
Mesmo diante das controvérsias, o cantor segue como um dos artistas com maior patrimônio no país. Ainda assim, o caso reacende debates sobre responsabilidade no setor rural e fiscalização trabalhista no Brasil.






