‘Morri por alguns minutos’, diz vítima de ginecologista investigado por estupro em Goiás; denúncias sobem para 12
Relatos indicam que abusos ocorriam desde 2017; Justiça determinou a suspensão do registro médico de Marcelo Arantes Silva, enquanto defesa alega inocência e histórico ético.
O caso envolvendo o ginecologista Marcelo Arantes Silva ganhou contornos ainda mais graves nesta sexta-feira (17). Vítimas descreveram o trauma sofrido durante consultas em clínicas de Goiânia e Senador Canedo. Até o momento, a Polícia Civil já contabiliza 12 denúncias formais contra o profissional, com relatos de abusos que teriam começado há nove anos.
Segundo a delegada Amanda Menuci, responsável pela investigação, o médico utilizava uma estratégia de “conquista de confiança”. As vítimas relatam que Marcelo iniciava o atendimento de forma gentil antes de avançar para toques inapropriados.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) confirmou que o registro profissional de Marcelo Arantes Silva foi suspenso por ordem judicial. O órgão ressaltou que todas as denúncias sobre a conduta do médico estão sendo apuradas internamente sob sigilo.





